O Esporte Clube Bahia vive o momento mais delicado desde a chegada de Rogério Ceni ao comando técnico, em setembro de 2023. Sem vencer há sete partidas, o Tricolor acumula quatro derrotas e três empates, igualando a maior sequência sem triunfos sob o comando do treinador.
A fase negativa repete o desempenho registrado entre outubro e novembro de 2024, quando a equipe também passou sete jogos consecutivos sem vencer. Naquele período, porém, foram cinco derrotas e apenas dois empates.
A sequência ruim no ano passado quase custou a vaga do Bahia na Libertadores, confirmada apenas na rodada final do Campeonato Brasileiro. Já no cenário atual, os tropeços recentes provocaram a eliminação na Copa do Brasil e tiraram o clube do G-5 da Série A.
O momento aumentou a pressão sobre Rogério Ceni. Insatisfeita com o rendimento da equipe, a torcida protestou durante o empate contra o Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense, no último fim de semana, na Arena Fonte Nova.
Após a partida, o treinador comentou as cobranças vindas das arquibancadas.
“Vejo como uma democracia as pessoas expressarem as suas opiniões. Entendo a tristeza do torcedor. A gente também carrega. Isso é frustrante. A gente tenta jogar de acordo com o que o jogo pedia. Lamento porque trabalho muito todos os dias, me dedico muito”, afirmou Ceni.
Além da má fase, o Bahia ganhou mais um problema para a sequência da temporada. O lateral e meia Luciano Juba, um dos destaques do time no ano, sofreu lesão e só deve retornar após a Copa do Mundo, em julho.
O elenco voltou aos trabalhos nesta terça-feira (19), no CT Evaristo de Macedo, iniciando a preparação para o duelo contra o Coritiba Foot Ball Club, marcado para a próxima segunda-feira (25), no Couto Pereira, pela 17ª rodada do Brasileirão.
Antes da pausa para a Copa do Mundo, o Esquadrão ainda enfrenta o Botafogo de Futebol e Regatas, no dia 30, novamente na Arena Fonte Nova.













